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Nino Paraiba completa 200 jogos pelo Vitória

Nino Paraiba completa 200 jogos pelo Vitória O primeiro contato entre Nino Paraíba e o Vitória ocorreu em 2009. Então atleta do Campinense, o lateral-direito era alvo do Bahia, mas optou por vestir o vermelho e preto. Na Toca do Leão, tinha a concorrência de Apodi. Superou o companheiro de clube, superou lesões e superou o tempo. Nesta quarta-feira, após seis anos, Nino completa 200 jogos pelo Rubro-Negro. A marca será alcançada no duelo contra o América-RN, no Barradão, pela terceira rodada da Copa do Nordeste.

A expectativa é de que o confronto seja de festa para o lateral. Entretanto, Nino sabe que as homenagens devem ficar fora das quatro linhas. Quando a bola rolar, a alegria pelos 200 jogos dará lugar à seriedade. Afinal, o América-RN é líder do grupo E da Copa do Nordeste, e o confronto de quarta-feira tem potencial para ser decisivo para a classificação da competição.

- Um jogo muito complicado contra o América-RN. Sempre que vem jogar aqui é difícil. Vamos em busca da liderança. Temos que fazer gol para buscar a liderança – disse o jogador, nesta terça-feira.

No Vitória, Nino acumulou alegrias e tristezas. Estreou em uma derrota fora de casa para o Flamengo, no Campeonato Brasileiro. Conquistou os estaduais de 2010 e 2012. O momento mais marcante do atleta na Toca do Leão, no entanto, foi de lágrimas. Na campanha do vice-campeonato da Copa do Brasil, o lateral se machucou no início da segunda partida contra o Santos, no Barradão.

- Fazer duzentos jogos é muito importante. Tenho esse privilégio. Só tenho que agradecer a Deus. Para mim, jogo muito marcante foi a final da Copa do Brasil de 2010. Saí do começo do jogo contra o Santos e, em seguida, a gente tomou o gol – destacou.

A carreira construída na Toca do Leão transformou Nino em uma referência. O experiente lateral ainda não chega a ser chamado de “tio”, mas diz que toma conta dos atletas mais novos, formados nas categorias de base do clube.

- Estou cuidando do Mansur, e do Zé [José Wellison]. Dá para cuidar dos meninos da base um pouco – finalizou o atleta aos risos.

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