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Vitória tenta espantar crise contra Atlético-PR em Pituaçu

Como o próprio treinador falou, após a eliminação para o fraco J. Malucelli, na primeira fase da Copa do Brasil, "eu encaro a primeira turbulência desde que cheguei aqui no clube".

E uma música composta por ele mesmo, define a sua atual situação: o Vitória precisa vencer o Atlético-PR, neste domingo, 27, às 16h, em Pituaçu, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, para que o técnico não mergulhe de vez no caos.

O Leão não vence há quatro jogos e estreou com derrota no Brasileirão - perdeu por 1 a 0  para o Internacional. Está na hora de reagir e devolver a confiança ao seu torcedor. "Todos os jogadores que temos têm condições de jogar muito mais do que estamos jogando", cobrou Ney.

Em 2014, o treinador tem um aproveitamento de 58% à frente do rubro-negro. Das 23 partidas que fez até o momento, ganhou 11, perdeu cinco e empatou sete. O próprio comandante está ligado que o rendimento não é o ideal. "Tenho consciência que meus números são péssimos".

No segundo turno da Série A de 2013 o Vitória obteve aproveitamento de 63% e perdeu apenas três dos 19 jogos. Só teve campanha inferior à do campeão Cruzeiro. Hora de se inspirar e reagir.

Leão tem mudanças

Para a partida contra o Furacão, mudanças devem ocorrer na equipe. Uma a ser lamentada. Vetado pelo departamento médico, Juan dá lugar a Euller na lateral-esquerda.

As outras, que Ney Franco só confirmará no vestiário, são para dar um chacoalhão no time. A mais provável é a promoção à titularidade do novato Caio, contratado há duas semanas. William Henrique deve sobrar.

Furacão jovem

O Furacão tem um dos grupos mais jovens da competição e busca, na vontade dos garotos,  sua principal arma para surpreender. O técnico Miguel Ángel Portugal, que foi bancado pela diretoria e tomou medidas polêmicas, como a do afastamento do zagueiro Manoel e do goleiro Weverton, sabe que precisa colher resultados para provar que está certo.

A única novidade no time será  a volta de Sueliton, que cumpriu suspensão. Mesmo fora de seus domínios, o comandante atleticano quer o time com um forte ritmo ofensivo, impondo-se ao Vitória devido a seu bom entrosamento.


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