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Portuguesa pode sofrer punição após abandonar o campo, sinaliza CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se manifestou oficialmente na noite desta sexta-feira (18)  sobre o  abandono da Portuguesa durante o duelo contra o Joinville, na Arena Joinville, válida pela primeira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. 

Os atletas da Lusa deixaram o campo aos 17 minutos do primeiro tempo, por conta de uma liminar expedida pela  3ª Vara Cível do Fórum Regional da Penha, São Paulo. A decisão devolve o clube temporamente à Série A do Brasileirão.

A CBF considera que a liminar não “tem nenhuma eficácia jurídica”, pois no entendimento da entidade, a sentença teria descumprido determinação do Superior Tribunal de Justiça, que apontou o juiz da 2ª Vara Cível, da Barra da Tijuca, do Rio de Janeiro, como o responsável para julgar o caso.

Ainda de acordo com a CBF, o abandono de campo será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Confira a nota da CBF na íntegra:

O ato apresentado ao delegado do jogo entre Joinville e Portuguesa não tem nenhuma eficácia jurídica, pois decorre de uma decisão proferida pelo incompetente juízo da 3ª Vara Cível do Fórum Regional da Penha, São Paulo, e que vem a desrespeitar flagrantemente a determinação do Superior Tribunal de Justiça, que já decretou que a competência é exclusiva da 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, que proferiu decisão contrária. O ato desse juízo confirma grave desrespeito ao STJ e é muito sério. Seus responsáveis terão de reparar os vultuosos danos causados. Quanto à Portuguesa, que abandonou o campo, caberá ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva julgar o mérito.