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Presidente do Bahia é ‘O Rei da Baixaria’

O atual presidente do Esporte Clube Bahia,  Marcelo Guimarães Filho, voltou a ser notícia nacional nesta sexta-feira (1º). Uma das maiores revistas do segmento no Brasil, a Placar, da Editora Abril, trouxe às bancas de todo o país uma reportagem especial sobre o comportamento do cartola na redes sociais: "O rei da baixaria", intitulou a publicação, ao listar a maneira, considerada agressiva, do dirigente contra os torcedores do Esquadrão de Aço e contra as arbitragens dos campeonatos que o clube disputa.

 “Costumeiramente sem filtro, Marcelo Filho reage de maneira grosseira às críticas de torcedores e dispara xingamentos”, diz a Placar. Entre os palavrões deferidos no Twitter, Instangram e Facebook, a revista destaca o "vá tomar no c*!", tuitado por MGF após um torcedor criticar a venda do meia Gabriel ao Flamengo.

 Outro "print" dado pela Placar foi quando um torcedor tricolor, membro do grupo de oposição da atual diretoria perguntou via Twitter: “Onde está o dinheiro da Globo? Na sua Mercedez zero?”, questinou. E a resposta de MGF em sua página oficial foi: “Vc é v**** e sua mãe é p***. Sua mulher eu comi. Conheço o v**** do seu filho”, disparou.

 Já no Instagram, o dirigente tricolor soltou um “f***-se” para todos os torcedores do E.C. Bahia insatisfeitos com o atual desempenho do clube e que "falam mal dele". No início do mês passado, não mais como cartola, mas como deputado federal, após assumir o mandato como suplente do deputado baiano João Carlos Bacelar (PR), no último dia 2 de fevereiro, Marcelo Guimarães Filho foi destaque na imprensa nacional após ser acusado pelo deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) de participar de uma “manobra” que teria garantido a escolha de Eduardo Cunha (RJ) como líder do PMDB na Casa. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF).

 O presidente do Bahia exerce o mandato em Brasília até o início de maio deste ano, enquanto o titular João Carlos Bacelar realiza curso de inglês na Califórnia, nos Estados Unidos. Sobre as polêmicas declarações, consideradas impróprias para um dirigente de clube e agora um dos representantes do povo baiano na capital federal, MGF justifica: "Infelizmente, não tenho sangue de barata".

Fonte: Bahia Notícias