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Bahia vai fechando 2012 sem contratar


O ano vai terminando, e por enquanto nenhum atleta foi anunciado pelo Bahia para a temporada de 2013.
No momento o clube só acertou a renovação de alguns jogadores, como o zagueiro Danny Morais e volante Diones. Mesmo sem nenhum nome anunciado, a diretoria sabe qual o setor que o time mais precisa para contratar: no ataque.
No Brasileiro deste ano, em que o time brigou mais uma vez para não cair para 2º Divisão, o Tricolor teve o pior ataque do campeonato ao lado de Atlético Goianiense e Ponte Preta. Os times só marcaram 37 gols em 38 jogos, média inferior a um por partida.
"Não há nenhum nome específico. O que eu posso dizer para o torcedor é que a gente vai investir mais no ataque. Os números mostraram que a gente dependeu muito do Souza. Não sei se a gente vai conseguir apresentar um nome até o final do ano, mas o torcedor saiba que a gente vai fazer contratações pontuais", disse o presidente Marcelo Guimarães Filho à TV Bahia.
O camisa 9 do Tricolor foi o artilheiro no ano ao marcar 27 vezes. No Brasileiro da Série A, Souza balançou as redes adversárias em oito oportunidades. Mas, quando ele não estava em campo, era um sufoco só.
Em entrevista, o presidente comentou do interesse do Bahia no atacante Edno e no volante Léo Silva. De acordo ele, o acerto com o primeiro está mais complicado de acontecer por questões financeiras. Já o segundo fez parte das conversas da diretoria, mas não foi feita nenhuma proposta pelo atleta.
Edno
O clube buscou a contratação do atacante Edno, que atualmente defende as cores do Tigres, do México e que trabalhou com o técnico Jorginho, na Portuguesa de Desportos, na campanha do acesso em 2011. Poderia ser o primeiro reforço, mas parece que o atacante dificilmente virá vestir a camisa do Bahia no ano que vem.
O diretor de futebol Paulo Angioni confirma que o atacante não vem mais. "Não é só o Bahia. Qualquer clube brasileiro tem dificuldade para adquirir jogador. Ele custa 2,5 milhões de euros (R$ 6,8 milhões). E trazer pra cá teria um custo alto. É quase inviável", disse Angionni. 
Por: Tribuna da Bahia